As World Marathon Majors são as sete maratonas mais prestigiadas do mundo. Elas representam tradição, superação e pertencimento à elite da corrida de rua. Para muitos corredores, completar uma Major é um marco de vida — o ápice da jornada de quem coleciona medalhas e histórias.
O circuito nasceu em 2006 com cinco provas (Boston, Londres, Berlim, Chicago e Nova York). Em 2007, Tóquio foi adicionada. Já em 2023, Sydney se juntou ao grupo, consolidando as 7 Majors como o maior objetivo dos maratonistas ao redor do mundo.
Boston Marathon (EUA) – a mais antiga do mundo, realizada desde 1897.
London Marathon (Inglaterra) – marcada pelo público vibrante e o trajeto icônico.
Berlin Marathon (Alemanha) – famosa por ser palco dos recordes mundiais.
Chicago Marathon (EUA) – percurso rápido e democrático.
New York City Marathon (EUA) – a maior em número de participantes.
Tokyo Marathon (Japão) – mistura tradição, organização e modernidade.
Sydney Marathon (Austrália) – a mais nova integrante, com largada na Harbour Bridge e chegada na Opera House.
Garantir uma vaga não é simples, mas existem três caminhos principais:
Índices de tempo: corredores que atingem marcas mínimas em provas homologadas (exemplo clássico: Boston).
Loterias: sorteios populares em Londres, Berlim, Chicago e Nova York.
Agências de turismo esportivo: pacotes que incluem inscrição, viagem e hospedagem.
As Majors são palco de feitos que mudaram a história da maratona:
Eliud Kipchoge (Quênia): recorde mundial em Berlim (2018 e 2022).
Brigid Kosgei (Quênia): recorde mundial feminino em Chicago (2019).
Geoffrey Mutai (Quênia): tempo histórico em Boston 2011 (2h03min02, não homologado).
Esses resultados reforçam porque as Majors são vistas como referência máxima do atletismo de longa distância.
Completar uma Major já é incrível. Mas terminar todas as sete dá direito à medalha Mandala — antes conhecida como Six Star Finisher, agora atualizada para Seven Star Finisher com a chegada de Sydney.
O corredor se registra no site oficial da Abbott World Marathon Majors.
A cada Major concluída, insere seu resultado, comprovado pelo número de inscrição e tempo oficial.
O sistema cruza os dados com os registros das provas e confirma a elegibilidade.
Na última Major, o atleta recebe a medalha Mandala diretamente na linha de chegada.
Quem já era Six Star Finisher mantém esse status.
Não recebe uma nova mandala automaticamente.
Se disputar Sydney, ganha a nova versão da medalha com sete estrelas, atualizando sua conquista para Seven Star Finisher.
Menos de 10 mil corredores no mundo completaram o circuito.
É considerada a “Copa do Mundo” dos corredores amadores.
Além do valor esportivo, virou um item de colecionador raríssimo.
Mais de 42 km exigem não só preparo físico, mas também o equipamento certo:
Tênis de performance: leves e responsivos, ajudam a manter a eficiência durante toda a prova.
Meias de poliamida: oferecem conforto, respirabilidade e reduzem o risco de bolhas.
Shorts de compressão com bolsos: garantem suporte muscular e espaço prático para carregar géis e itens essenciais.
Camiseta de corrida: tecido tecnológico que ajuda na ventilação, leveza e conforto, evitando atrito durante horas de esforço.
Organização impecável e atmosfera única.
Visibilidade global: presença de atletas de elite e cobertura mundial.
Impacto econômico e turístico: milhões movimentados em cada cidade-sede.
Inclusão feminina: pioneirismo de Londres e Nova York em premiar igualmente homens e mulheres.
Participar de uma Major é viver um espetáculo esportivo que vai muito além do pace.
As Majors representam muito mais que quilômetros percorridos. Cada medalha conquistada é uma lembrança eterna e cada camiseta de corrida usada nessas provas se transforma em símbolo de pertencimento. É mais que colecionar provas: é colecionar histórias.